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Sou síndico profissional, e agora?

A carreira de síndico profissional está em constante crescimento, marcando uma nova era na gestão de condomínios.  O aumento da demanda pelo profissional vem justamente da necessidade de uma gestão mais moderna e que utilize, cada vez mais, as boas práticas já em uso no segmento corporativo. Afinal, o síndico profissional precisa entender de gestão do operacionalprevisão orçamentáriaordenação de despesas, administração de fornecedores, entre outros. E, muitas vezes, o  morador eleito como síndico não consegue conciliar sua vida pessoal e profissional com mais  atividades requeridas pela gestão condominial. Esse novo cenário indica que a valorização e a procura por profissionais qualificados no segmento vai ampliar o leque de oportunidades e pode ser um ótimo investimento para quem deseja se dedicar a essa profissão.   Por isso, se você deseja trabalhar como síndico profissional, separamos algumas informações importantes que vão agregar muito ao seu conhecimento.

Salário do Síndico Profissional

Como ainda é uma profissão nova, o síndico profissional não tem um piso salarial estabelecido. Portanto, os valores variam de acordo com a cidade e a quantidade de moradores no condomínio. Para definir o salário do síndico profissional, é importante considerar alguns fatores. Tais como: tamanho do condomínio, número de visitas por semana e áreas comuns. Para você ter uma ideia, em 2017, um condomínio com 50 apartamentos pagava entre R$ 2.000,00 e R$ 2.500,00 por mês para um síndico profissional. Por fim, vale dizer que existem alguns cursos on-line e presenciais para quem deseja se tornar síndico profissional. Por meio deles, é possível entender melhor sobre administração de condomínios, legislação, entre outros temas. Portanto, buscar a capacitação e conversar com pessoas que já atuam na área é um excelente primeiro passo para entrar nessa área que tanto cresce!  Ter alguns diferenciais são necessários para se destacar no mercado  Por se tratar de uma função que está se profissionalizando e se especializando, é importante que o síndico profissional tenha alguns diferenciais para se destacar no mercado e para garantir que os condôminos sintam ainda mais confiança na hora de contratá-lo. Entre os diferenciais, vamos destacar:  Conhecer a legislação As leis vivem mudando ou recebem atualizadas constantemente por isso, o síndico profissional deve se manter antenado sempre para fazer as adaptações necessárias na gestão do condomínio quando (e se) for necessário. Isso é importante para evitar processos trabalhistas, por exemplo, ou outros gastos judiciais que poderiam ter sido evitados.

Capacidade de mediação de conflitos

Conflitos sempre existiram e sempre existirão nos condomínios, portanto, é imprescindível que o síndico profissional seja um especialista em mediação. Hoje em dia existem cursos que preparam os profissionais para lidar com diversas situações da melhor maneira possível para que ambas as partes cheguem em um acordo amigável (sem precisar que o caso vá parar na justiça).    

Valorização do patrimônio

 Um bom síndico profissional deve trabalhar para que o condomínio tenha valorização patrimonial com a sua administração. E o que isso significa? Significa que o síndico desenvolverá uma série de melhorias e adaptações nos espaços para que os imóveis ganhem valor e sejam melhores avaliados no mercado imobiliário.   

Seguro de Responsabilidade Civil do Síndico Profissional 

Profissionais sérios devem ter um seguro de responsabilidade civil do síndico. Esse seguro é a garantia de indenizações (dentro das condições contratuais) em casos onde o síndico sofre algum processo administrativo ou é acionado judicialmente.   

Saber fazer mais com menos

Um papel importante do síndico profissional é cuidar da saúde financeira do condomínio e rentabilizar o fundo de reserva para futuros investimentos no patrimônio. Outra questão importante é que ele deve saber administrar muito bem os recursos para evitar desperdícios ou gastos pouco eficientes. Lembre-se que nem sempre “fazer mais com menos” significa contratar o serviço ou comprar o produto mais barato, mas sim optar pelo melhor custo-benefício, pois o barato quase sempre sai mais caro. Saber onde, quando e como investir é fazer bom uso dos recursos.  

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