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Fevereiro Roxo e Laranja

Oque é o Fevereiro Roxo?

O Fevereiro Roxo, assim como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, é uma campanha de conscientização sobre doenças e a importância de fazer o correto diagnóstico e tratamento.

A campanha é focada na conscientização sobre 3 doenças incuráveis: o Lúpus,
a Fibromialgia e o Alzheimer.

Entenda um pouquinho mais sobre cada uma:

Doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma enfermidade sem cura que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada, segundo a Associação Brasileira de
Alzheimer. Ela se apresenta como demência ou perda de funções cognitivas e é causada pela morte de células cerebrais. A maioria das pessoas acometidas desse mal está em idade mais avançada, geralmente a partir dos 70 anos.
Porém, nos casos familiares, considera-se que a doença afete pessoas entre 45 e 55 anos. muitas vezes, pode ser confundida com sintomas normais da idade, sendo considerada, por essa razão, uma doença de difícil diagnóstico.

Sinais e sintomas

  • Perda de memória recente;
  • Dificuldade para encontrar palavras;
  • Desorientação no tempo e no espaço;
  • Dificuldade para tomar decisões;
  • Perda de iniciativa e de motivação;
  • Sinais de depressão;
  • Agressividade;
  • Redução do interesse por atividades e passatempos.

Fibromialgia

A fibromialgia é  uma síndrome crônica que provoca dor generalizada e não tem causa definida, sendo uma das doenças reumatologias mais frequentes. No Brasil, estima-se que 2,5% da população conviva com a doença, sendo que 90% dos afetados são mulheres. Mundialmente afeta até 4% das pessoas, entre 30 e 55 anos. Outras agravantes da síndrome são depressão, ansiedade, fadiga, alterações do sono, memoria e humor, que atinge até 50% dos pacientes. Infelizmente, a fibromialgia não tem cura e a medicina ainda não entende muito bem como a doença opera dentro do corpo humano.

Sinais e sintomas

  • Dor constante por todo o corpo;
  • Dor intensa ao toque;
  • Cansaço frequente;
  • Distúrbios do sono;
  • Rigidez muscular;
  • Problemas de memória e concentração.

Lúpus

Seu nome científico é “Lúpus Eritematoso Sistêmico” (LES). É considerada uma doença autoimune, em resumo, ele é um distúrbio crônico que faz o sistema imunológico produzir anticorpos em excesso sem um motivo aparente. A questão é que os anticorpos, quando em alta concentração, passam a atacar o próprio organismo, provocando inflamações e lesões em vários órgãos e tecidos do corpo, como a pele, as articulações, os rins e o cérebro. Em casos mais graves, especialmente se não for tratado adequadamente, o lúpus pode matar.

Sinais e sintomas

  • Dor nas articulações;
  • Rigidez muscular e inchaços;
  • Vermelhidão na face sobre as bochechas e na ponta do nariz;
  • Lesões na pele que surgem ou pioram quando expostas ao sol;
  • Dificuldade para respirar;
  • Dor no peito ao inspirar profundamente;
  • Sensibilidade à luz solar;
  • Perda de memória;
  • Queda de cabelo;
  • Feridas na boca;

Fevereiro laranja: um alerta sobre a leucemia

O Fevereiro Laranja é uma campanha focada na conscientização sobre a leucemia e a importância de se registrar como um doador de medula óssea.
Estatísticas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostram que a leucemia é o 9º câncer mais comum no sexo masculino e o 11º no feminino.

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos) de origem, na maioria das vezes, não conhecida. Ela tem como principal característica o acúmulo de células jovens (blásticas) anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas, ocupa a cavidade dos ossos (principalmente esterno e bacia) e é conhecida popularmente por tutano. Nela são encontradas as células mães ou precursoras, que originam os elementos figurados do sangue:
glóbulos brancos, glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e plaquetas.

Os principais sintomas da leucemia decorrem do acúmulo dessas células na medula óssea, prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulos vermelhos (causando anemia), dos glóbulos brancos (causando infecções) e das plaquetas
(causando hemorragias). Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo com isso que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico e a classificação da leucemia.

O tipo de leucemia mais frequente na criança é a leucemia linfóide aguda (ou linfoblástica). A leucemia mielóide aguda é mais comum no adulto. Esta última tem vários subtipos: mieloblástica (menos e mais diferenciada), promielocítica, mielomonocítica, monocítica, eritrocítica e megacariocítica.

O tratamento varia muito de pessoa para pessoa, sendo necessário, em alguns casos, a quimioterapia, radioterapia, transplante de medula óssea e transplante de células-tronco.

Fonte

INCA

http://www.reumatocare.com.br

 

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